Quando são registadas várias avaliações realizadas com o mesmo teste, o ABAK pode comparar automaticamente os dois últimos resultados guardados para visualizar a evolução ao longo do tempo.
A evolução é interpretada como tendo melhorado, permanecido estável, piorado ou sendo indeterminada, em função da diferença observada entre as medições e do limiar definido para o teste em questão.
Quando estão disponíveis dados metrológicos, o ABAK utiliza prioritariamente os valores publicados na literatura científica, por exemplo, MDC, SDC, SEM ou outros indicadores de mudança, consoante o teste. Quando estes dados não estão disponíveis ou são difíceis de aplicar, pode ser utilizado um limiar pragmático. Alguns testes não fornecem qualquer interpretação automática da evolução.
Esta orientação destina-se a destacar variações potencialmente relevantes, limitando simultaneamente a sobreinterpretação das flutuações relacionadas com o erro de medição.
Esta ajuda à interpretação não substitui o raciocínio clínico do profissional de saúde e deve ser sempre considerada no contexto global do paciente.
💡 Nota
Os limiares utilizados pelo ABAK podem variar de um teste para outro, de modo a ter em conta a evidência científica disponível e as características específicas de cada instrumento de avaliação.
